8 de março, Dia da Mulher: a Espanha se pinta de roxo em sua greve feminista

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Panelaços em praças espanholas a favor da igualdade entre homens e mulheres marcaram um dia de protestos no país ibérico.

Por Adrián Argudo, de Madrid

Greve feminista da Espanha, em 2015

Esta quinta-feira, 8 de março, Dia da Mulher, ocorre na Espanha a greve feminista. Uma jornada de luta e reivindicação. São vários assuntos que rodeiam este dia. O fim das violências machistas, a eliminação das diferenças salariais, ou seja, a igualdade de trabalho entre homens e mulheres, o fim do assedio no trabalho, entre outras.

Além da greve, também foram convocadas paralizações para todos poderem se unir à causa. A jornada de protestos começou justamente quando o relógio marcava 00.00h – meia-noite, quando ocorriam panelaços em muitas praças espanholas. Era o início de uma jornada que prometia ser intensa – e certamente está sendo incisiva.

Com o amanhecer e os primeiros tímidos raios de sol, ocorreram manifestações informativas em lugares chave, tais como estações de transporte público, fábricas, centros de trabalho…

Em grande quantidade de municípios a dinâmica foi similar. E nos lugares mais centrais, centenas de pessoas congregaram e fizeram manifestações.

De tarde virá o prato forte. Espera-se multitudinárias manifestações em Madri e Barcelona, assim como em outras cidades. Essas receberão milhares de mulheres e homens que marcharão pela causa feminista nas principais artérias das capitais.

Hoje, a Espanha se veste de roxo pela igualdade entre gêneros.

Formado em jornalismo e pós-graduado em Comunicação pela Universidad Carlos III de Madrid. Apresentador de televisão na Espanha e editor-chefe no jornal regional de Madri Nuevo Cronica. Correspondente do Independente na Espanha. Serviçal do jornalismo. Professor. Torcedor do Atético de Madrid.

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