Brasil: interesses geopolíticos e a ameaça dos direitos humanos

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Nada mais resta de humano em uma política que busca desnacionalizar a economia brasileira , ódio político a solta e uma violenta repressão política.

Por Ricardo Lúcio Castiglione 

Ilustração

As oligarquias voltam a dominar o cenário político dividindo o povo, usando da truculência e o antijornalismo controlador de mentes e opinião, como fizeram nos países da América Central e do Sul nas décadas de 1970 e 80. Interesses geopolíticos passaram a ameaçar os direitos humanos, um modelo bem conhecido em todo continente. As oligarquias sedentas de poder e obcecadas em manter e querer mais privilégios, interna e externamente mostram a derrocada da justiça social e dos direitos dos trabalhadores, conquistados a sangue, suor e sacrifício. Seria esse o neocolonialismo que os países latino americanos têm que se submeter ?

Uma população exaurida de recursos, sofrendo com o desemprego e a precariedade dos serviços? É isso?

Há quem, no seio do povo, defenda isso, levantando-se a favor do dominantes para obter esses privilégios. Mas esquecem que são apenas peças descartáveis.

O Brasil, esse país lindo, dominado por uma elite insossa, colonial e patriarcal, não foge a essa regra. Querem fechar parceria com o patrão deles – os EUA – para disseminar uma sublevação cultural, política e social, apropriar e dominar a cultura popular, censurando-a dizendo ao povo o que é bom e o que é ruim.

Em determinado momento, este povo então protesta ferozmente. Logo o governo cede para comprar e controlar a multidão, oferecendo apenas a marginalidade, a invisibilidade social, o desprezo e a precariedade do sistema de serviços.

Nada de direitos humanos.

O povo faz o seu dever de casa?

Cabe ao leitor responder essa pergunta.

Votam no mesmo político, ouvem o que querem e pronto.

Notaram o circulo vicioso violento que esta instalado a muito tempo?

Enquanto isso o golpe – isso mesmo, o golpe, que o povo levou das elites – expõe a eterna luta de classes que assusta a tantos, enquanto as elites entregam tudo que há nessa terra: o minério, a planta, o animal e até o povo para quem quer pagar melhor, acabando com os direitos humanos.

Para eles só isso basta.

Jornalista formado em Madri, retornou ao Brasil em 2013 para lançar um meio de comunicação próprio. Idealizou, projetou e lançou o Indepedente em fevereiro de 2016. Acredita que o futuro do mundo está dentro de cada um de nós e trabalha para que as pessoas tenham uma visão realista, objetiva e construtiva do planeta Terra.

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