O nazismo é de direita sim e nada pode mudar isso

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É direita por acreditar na hierarquia social como ordem natural do mundo e é extremo por assassinar aqueles que supostamente atrasam a prosperidade humana por não serem “puros”

Opinião – Rafael Bruza

O líder da Alemanha nazista, Adolf Hitler / Foto - Reprodução
O líder da Alemanha nazista, Adolf Hitler / Foto – Reprodução

Diversos sites, blogs e até meios de comunicação fizeram publicações afirmando que o nazismo ou o fascismo são correntes de esquerda.

Os argumentos indicam que o nazismo é supostamente de esquerda porque (1) o partido de Hitler se chama Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães, (2) os nazistas interviam na economia e (3) realizaram críticas ao capitalismo internacional.

Esses argumentos são corretos, sem dúvida.

Mas não são detalhes desse tipo que definem a qual espectro político um partido pertence. Se assim fosse, o PSDB seria de esquerda por ter o termo “social democracia” em seu nome e o PT seria considerado um partido de direita, pois Dilma realizou medidas de austeridade em seu segundo mandato e contrariou intenções políticas da esquerda atual como a taxação de grandes fortunas e o imposto sobre herança.

Então vamos direto ao ponto: o que define o espectro político de um partido é sua ideologia, suas crenças e visão de mundo, não seu nome, suas medidas políticas ou o alvo de suas críticas. Centraremos esse texto, portanto, na questão ideológica. Ideias da direita e da esquerda.

Por isso dizemos que o PSDB é um partido originalmente de esquerda que deu uma “guinada à direita liberal” ao se aliar com o PFL (atual DEM e antigo ARENA, partido da Ditadura) antes da eleição de FHC e o PT é um partido de centro-esquerda que realizou políticas de direita.

Nessa mesma lógica, o nazismo é uma corrente de direita que fez uma (e apenas uma) medida de esquerda, que é a intervenção na economia.

Mas vamos mais a fundo nesse caso.

Podemos separar a direita da esquerda através de uma lógica simples: a direita política vê a hierarquia social (ou desigualdade) como algo inevitável, digno da ordem natural do planeta Terra, onde uns seres humanos naturalmente estão em posição “superior” aos demais porque “o mundo é assim”.

E a esquerda, por outro lado, vê a hierarquia social e a desigualdade como distorções humanas injustas e, defendendo a igualdade entre todos, busca formas de criar igualdade e consequentemente justiça para todos.

É importante lembrar que nenhuma das correntes é ‘malvadona’ ou exclusivamente ruim. São apenas formas diferentes de buscar progresso e felicidade no convívio humano.

Pois bem, apesar de ter o termo “socialista” no nome, de intervir na economia e de realizar críticas ao capitalismo internacional (que na época de ascensão de Hitler, arrasou a Alemanha no contexto da Crise de 29), o nazi-fascismo é considerado uma corrente política de extrema-direita por acadêmicos.

São de ‘direita’ por acreditar na hierarquia social como ordem natural do mundo e por não querer mudá-lo. E são extremistas por exterminar e/ou desejar a morte daqueles cidadãos que vistos como inferiores, responsáveis pelo atraso da humanidade.

Ou seja, os nazistas acreditavam que eles, os ‘arianos’ loirinhos e de olhos azuis, eram superiores e que precisavam exterminar os inferiores para gerar uma raça humana exclusivamente evoluída.

Simples assim.

Viam judeus, negros e homossexuais como pessoas que “sujavam a espécie humana” e queriam exterminá-los para criar uma humanidade onde existisse apenas a “raça pura”. Então eles nunca tentaram romper a hierarquia social, pois a viam como algo natural e inclusive justo.

Do outro lado do espectro, vemos a esquerda, que enxerga todos como iguais e toma medidas (como uma Revolução comunista) para superar a desigualdade, rompendo com as determinações atuais responsáveis pelas desigualdades.

Nesse sentido, temos de exemplo os líderes da Revolução Russa, que mobilizaram trabalhadores para desbancar os kzares e criar, então, a igualdade vista como ideal.

Entenderam?

Tanto é assim, que o termo ‘direita’ costuma ser usado no Brasil para classificar conservadores que acreditam na difusão da tradição e dos valores católicos como meios de gerar prosperidade, mas sem romper com a hierarquia social, enquanto o termo ‘esquerda’ se aplica a defensores da social democracia não revolucionária que pretendem fazer políticas públicas para gerar igualdade entre os cidadãos.

Em outras palavras, os conservadores brasileiros acreditam que quando as partes inferiores da hierarquia social desenvolverem disciplina e respeito à tradição e à igreja, por exemplo, o país avançará. Mas eles não defendem a quebra da hierarquia social em nenhum momento, pois a veem como ordem natural do mundo.

Os liberais (econômicos, que defendem o livre mercado) se encaixam no espectro de direita por defender a meritocracia e apenas ela como forma de obter prosperidade para todos, supondo que as pessoas mais pobres não obtém crescimento de renda por falta de empenho e/ou capacidade.

Ou seja, de certa forma, os liberais econômicos acreditam que existe uma ordem natural no mundo onde uns seres humanos obtém prosperidade enquanto outros não se empenham o suficiente.

Enquanto isso, os social-democratas abominam a estrutura de classes em que a sociedade brasileira está configurada e defendem a aplicação de programas de assistencialismo, de crédito ou emprego (como subsídios estatais) que favoreçam os mais pobres de forma que eles possam atingir os níveis de prosperidade dos mais ricos, supondo que a meritocracia nunca gerará a igualdade desejada por estar baseada em uma já existente desigualdade de oportunidade.

Mas isso não quer dizer que os conservadores brasileiros são fascistas ou que os social-democratas são comunistas. Afirmar isso é um julgamento precipitado e é preciso analisar as ideias, visões de mundo e intenções de cada um especificamente para compreender onde elas se encaixam, afinal de contas, cada ser humano é um universo.

Falo aqui em termos gerais e logo a prática é muito diferente da teoria. Tanto que os nazistas tinham o termo socialista no nome e interviram na economia.

Então em assuntos políticos é indispensável separar teoria de prática, ok?

De qualquer forma, a conclusão desse texto é simples: o nazismo é uma corrente de direita por ver a hierarquia social como algo normal ou aceitável e são extremistas por querer matar aqueles que supostamente atrasam a humanidade por serem inferiores aos demais.

Ponto final. E chega de tentar moldar a história e a teoria política à nossa vontade.


Nota de esclarecimento

Amigos, “O nazismo é de direita e ninguém pode mudar isso”gerou muita polêmica por estar baseado em apenas uma linha de argumento e por ter abusado da superficialidade.

Era uma visão pessoal que carecia de amplo embasamento e tratou um assunto extremamente polêmico com pouca consideração pelas ideologias alheias.

Ele falha por não definir os conceitos direita esquerda, por não incluir o papel do estado na discussão, por estar baseado apenas em uma visão ideológica do mundo (abstrata como toda ideologia) e por ter um título excessivamente provocativo.

Além disso, aquelas palavras ignoram o fato de que os conceitos de direita e esquerda são ultrapassados, limitados e tendem a ser muito usados por forças políticas de forma interessada.

Faltou sensibilidade e prudência nesse sentido.

O caso é que o texto descumpriu o objetivo e intenção do Independente, que é ajudar as pessoas a compreenderem os fatos, informações se realidades de interesse público com um conteúdo de qualidade e credibilidade. E pedimos desculpas por tudo isso.

Erros desse tipo não acontecerão novamente.

Abraços,

Rafael Bruza – fundador e editor-chefe do Independente.

Jornalista formado em Madri, retornou ao Brasil em 2013 para lançar um meio de comunicação próprio. Idealizou, projetou e lançou o Indepedente em fevereiro de 2016. Acredita que o futuro do mundo está dentro de cada um de nós e trabalha para que as pessoas tenham uma visão realista, objetiva e construtiva do planeta Terra.

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  • Leonardo Paulino Werneck Ceoli

    O próprio nome NAZISMO significa “nacional socialismo”. E de nacionalista tinha a invasão de outras nações…kkkkkk….o Partido de Hitler se chamava Partido Socialista dos Trabalhadores Alemães. Era marxista, pregava o ódio de classes, a luta do operariado, e toda conversa trabalhista…como pode ser de direita? Se apropriou de toda economia e era descrito por eles mesmos como “socialismo fascista”? O socialismo de Hitler pregava a reengenharia social tal como o comunismo, só que ao invés de ser um mundo perfeito de uma única classe, a desculpa esfarrapada para roubar e matar era a raça, o mundo perfeito de uma única raça. Plantaram o ódio de classes marxista, dividiram a população alemã em grupos antagônicos e promoveram o ódio entre elas, os Partidos comunistas promoviam atentados, o pau quebrava na Alemanha depois da 1º guerra, quebrada, na miséria completa. E foi financiada e armada pela URSS. A anscenção de Hitler foi orquestrada por Stalin e quando abriu os arquivos de Moscou já se comprovou isso. Stalin usou Hitler como ponta de lança da revolução, sendo que em menos de 15 anos depois conseguiu fazer um muro no meio de Berlim…

    • Guilherme Silva (Guirma)

      Kkk É issi q dá se “instruir” com astrólogo!!! Kkk Seguindo seu raciocínio, então o peixe-boi é o que??
      Mas nada se compara qos “arquivos de Moscou”!! Kkk Fazem boatos com a capital russa há décadas e ainda tem midiota que acredita!!! Kkk

      • Leonardo Paulino Werneck Ceoli

        Show são os argumentos contrários ad hominen dos esquerdistas…sem nenhum fundamento, por isso precisam da histeria e dos ataques pessoais, sem falar nos rótulos marxistas podres. Sabem de nada coitados, quando falamos alguma coisa assustam e começam a histeria. Mas impeachment é golpe…kkkkkkkkkkkk

    • Raul Vargas

      Mussolini: “Ammesso che il sec. XIX sia stato il secolo del socialismo, del liberalismo, della democrazia, non è detto che anche il sec. XX debba essere il secolo del socialismo, del liberalismo, della democrazia. Le dottrine politiche passano, i popoli restano. Si può pensare che questo sia il secolo dell’autorità, un secolo di «destra», un secolo fascista;” (“La Dottrina del fascismo”, por Benito Mussolini e Giovanni Gentile) Tradução: “O século XIX foi o século do socialismo, liberalismo e democracia, mas não é dito que o século XX deva ser o século do socialismo, liberalismo e democracia. A doutrina politica passa e o povo fica. Pode-se pensar que este seja o século da autoridade, um século de ‘direita’, um século fascista” (“A Doutrina do fascismo”, por Benito Mussolini e Giovanni Gentile). Hitler: “À proporção que me aprofundava no conhecimento da doutrina marxista e me esforçava por ter uma idéia mais clara das atividades do marxismo, os próprios acontecimentos se encarregavam de dar uma resposta àquelas dúvidas. […] Contra o privilégio eterno do poder e da força do indivíduo levanta o poder das massas e o peso-morto do número. Nega o valor do indivíduo […], anulando assim na humanidade a razão de sua existência e de sua cultura. Por essa maneira de encarar o universo, conduziria a humanidade a abandonar qualquer noção de ordem. E como nesse grande organismo, só o caos poderia resultar da aplicação desses princípios, a ruína seria o desfecho final para todos os habitantes da Terra. […] Realmente, eu não podia compreender como se vacilava cegamente ante um perigo cujos efeitos – tendo-se em vista a intenção do marxismo – tinham de ser um dia terríveis. […] O pior era que esse veneno destruía quase insensivelmente os fundamentos de uma sadia concepção do Estado e da economia, sem que os por ele atingidos se apercebessem de que a sua maneira de agir, as manifestações da sua vontade já eram uma conseqüência destruidora do marxismo. […] Inconscientemente, o mundo burguês já se achava contaminado pelo veneno mortal do marxismo. […] Para tornar a nova causa e seus líderes conhecidos é necessário não somente destruir a crença na invencibilidade do marxismo como demonstrar a possibilidade, a viabilidade de um movimento que lhe seja contrário. […] O objetivo da nossa luta deve ser o da garantia da existência e da multiplicação de nossa raça e do nosso povo, da subsistência de seus filhos e da pureza do sangue, da liberdade e independência da Pátria, a fim de que o povo germânico possa amadurecer para realizar a missão que o criador do universo a ele destinou.” (HITLER, Adolf. Minha luta. Tradução: Klaus Von Puschen. São Paulo: Centauro, 2001. 509p.)

  • Pois é dizem tbm que se horóscopo fosse bom, não teria câncer! kkk…Por isso de que vale um rótulo sem conteúdo? E o que você poderá fazer sem si, só em cima de rótulos, além de mentiras? Na minha opinião os nazistas são considerados partidos de direita pq a ideologia de direita se detem a defender como principal fundamento que como os homens são seres biológicos desiguais, devem submeter-se à lei do darwinismo social. Logo aquilo que define uma posição de direita é a idéia capital de que a vida em sociedade reproduz a vida natural. A idéia de perpetuação! Afinal, sejamos sinceros, a economia de mercado não faz uma seleção, neste caso “social”, entre os indivíduos que podem se desenvolver e os que podem apenas sobreviver? A regra de ouro da direita é CLARA: quem melhor se adapta ao meio ambiente econômico enriquece, inclusive dando continuidade a sua dinastia. O homem de direita, acima de tudo, preocupa-se com a defesa da tradição e da herança. Uma atitude de esquerda pressupõe a negação da herança “natural”. A sociedade se desenvolve, opondo-se às forças cegas da natureza. Quem acredita na essência humana como essencialmente egoísta e imutável é de direita, mesmo sem saber. A direita acredita que as desigualdades sociais podem ser diminuídas à medida que se favoreça a competitividade geral. Minimiza a proteção social e maximiza o esforço individual. A esquerda, por sua vez, prioriza a proteção contra a competição social. Na escolha entre a competitividade e a solidariedade, prioriza esta última. Assim, são de esquerda as pessoas e os partidos políticos que reúnem essas pessoas em torno de uma ação coletiva que batalha pela eliminação das desigualdades sociais. Diferentemente, a direita insiste na convicção de que as desigualdades são naturais e, enquanto tal, não são passíveis de serem eliminadas. Também acredito que neste jogo as posições “progressista” e “reacionária” não constituem monopólios permanentes. A reação, defensora de algum sistema político extremamente conservador, contrário às idéias que envolvem importantes transformações político-sociais, muda de defensores. Com o tempo, o que antes era popular, avançado e democrático pode se tornar populista, corporativista,retrógrado ou totalitário. Abraço!

    http://www.huppi.com/kangaroo/L-hitler.htm

  • Eder Baum

    ALGUNS dos 25 pontos do PROGRAMA DO PARTIDO NACIONAL SOCIALISTA DOS TRABALHADORES ALEMÃES

    11. Portanto, nós exigimos: Que toda renda não merecida, e toda renda que não venha de trabalho, seja abolida.
    13. Nós exigimos a nacionalização de todos os grupos investidores.
    14. Nós exigimos participação nos lucros em grandes indústrias.
    15. Nós exigimos um aumento generoso em pensões para idade avançada.
    16. Nós exigimos a criação e manutenção de uma classe média sadia, a imediata socialização de grandes depósitos que serão vendidos a baixo custo para pequenos varejistas, e a consideração mais forte deve ser dada para assegurar que pequenos vendedores entreguem os suprimentos necessários ao Estado, às províncias e municipalidades.
    17. Nós exigimos uma reforma agrária de acordo com nossas necessidades nacionais, e a oficialização de uma lei para expropriar os proprietários sem compensação de quaisquer terras necessárias para propósito comum. A abolição de arrendamentos de terra, e a proibição de toda especulação na terra.
    19. Nós exigimos que a lei romana, que serve a um arranjo materialista do mundo, seja substituída pela lei comum alemã.
    25. A fim de executar este programa, nós exigimos: a criação de uma autoridade central forte no Estado, a autoridade incondicional pelo parlamento político central de todo o Estado e todas as suas organizações.

    • Leonardo Paulino Werneck Ceoli

      Ou seja, super esquerdista, socialista, controlador e totalitário. Padrão de controle da economia socialista. Para fingirem que não é socialista, chamam de “capitalismo de Estado”.kkkkkk

      • Raul Vargas

        Pelo jeito a direita desonesta é quem não conhece os discursos de Hitler e Mussolini apesar de insistir em fazer aos incautos alegações convenientes a respeito… Mussolini: “Ammesso che il sec. XIX sia stato il secolo del socialismo, del liberalismo, della democrazia, non è detto che anche il sec. XX debba essere il secolo del socialismo, del liberalismo, della democrazia. Le dottrine politiche passano, i popoli restano. Si può pensare che questo sia il secolo dell’autorità, un secolo di «destra», un secolo fascista;” (“La Dottrina del fascismo”, por Benito Mussolini e Giovanni Gentile) Tradução: “O século XIX foi o século do socialismo, liberalismo e democracia, mas não é dito que o século XX deva ser o século do socialismo, liberalismo e democracia. A doutrina politica passa e o povo fica. Pode-se pensar que este seja o século da autoridade, um século de ‘direita’, um século fascista” (“A Doutrina do fascismo”, por Benito Mussolini e Giovanni Gentile). Hitler: “À proporção que me aprofundava no conhecimento da doutrina marxista e me esforçava por ter uma idéia mais clara das atividades do marxismo, os próprios acontecimentos se encarregavam de dar uma resposta àquelas dúvidas. […] Contra o privilégio eterno do poder e da força do indivíduo levanta o poder das massas e o peso-morto do número. Nega o valor do indivíduo […], anulando assim na humanidade a razão de sua existência e de sua cultura. Por essa maneira de encarar o universo, conduziria a humanidade a abandonar qualquer noção de ordem. E como nesse grande organismo, só o caos poderia resultar da aplicação desses princípios, a ruína seria o desfecho final para todos os habitantes da Terra. […] Realmente, eu não podia compreender como se vacilava cegamente ante um perigo cujos efeitos – tendo-se em vista a intenção do marxismo – tinham de ser um dia terríveis. […] O pior era que esse veneno destruía quase insensivelmente os fundamentos de uma sadia concepção do Estado e da economia, sem que os por ele atingidos se apercebessem de que a sua maneira de agir, as manifestações da sua vontade já eram uma conseqüência destruidora do marxismo. […] Inconscientemente, o mundo burguês já se achava contaminado pelo veneno mortal do marxismo. […] Para tornar a nova causa e seus líderes conhecidos é necessário não somente destruir a crença na invencibilidade do marxismo como demonstrar a possibilidade, a viabilidade de um movimento que lhe seja contrário. […] O objetivo da nossa luta deve ser o da garantia da existência e da multiplicação de nossa raça e do nosso povo, da subsistência de seus filhos e da pureza do sangue, da liberdade e independência da Pátria, a fim de que o povo germânico possa amadurecer para realizar a missão que o criador do universo a ele destinou.” (HITLER, Adolf. Minha luta. Tradução: Klaus Von Puschen. São Paulo: Centauro, 2001. 509p.)